quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

cafeína rules


saber

Há que se estar mal para escrever bem?
A felicidade não nos ensina nada?
E se nada der certo? E se de repente tudo começar a andar exatamente como eu quero?
Dá pra voltar no ponto onde me perdi do caminho que eu queria seguir?
Há como se proteger de si mesmo? 
Os sonhos são feitos para serem realizados?
Há tanta dúvida em mim hoje que queria escutar as respostas vindas com o vento. Talvez elas cheguem: algumas lidas num livro. Outras tantas virão da boca de amigos. E eu posso acordar amanhã sabendo a resposta de umas três. E então terei dúvidas novas.

xiiiiissssss

Even Abe Took the Occasional Selfie

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

ano novo, vida nova ou nada morno me interessa

Quando começa o ano, a folhinha muda e a gente acha que um portal mágico se abrirá e tudo mudará também. Não, não muda. Mas dá ânimo pra mudança. Pra ver o que está mais ou menos e querer mudar. Porque o que está errado a gente quer mudar sempre. E o morno? O nem lá nem cá? Ânimo, meus caros. 
 Aí rezei muito dia 31 de dezembro. Pedi para esquecer algumas coisas e deixar de lado outras. Borrar mágoas. Sorrir diante dos problemas. Rir de mim. Pegar leve mesmo diante de coisas pesadas.
 Fiquei num braço do rio que encontrava o mar, deitada ali por muito tempo. A alma lavando enquanto o corpo dourava. E depois cachoeira, pra limpeza profunda, tipo ciclo pesado da máquina de lavar.
 E então esperei pelo novo ano sendo uma nova eu diante de algumas coisas. Não foi mágica: foi questão de autoconhecimento, de todo dia ralar um monte pra fazer dar certo. Mesmo. Ser feliz dá trabalho, seria mais fácil se jogar no sofá e reclamar da vida. Achar o fim porque alguém querido não deu atenção. Criar monstrinhos com pensamentos recorrentes. Não, obrigada. Não sei nem chorar direito, fico com uma dor de cabeça horrível de você querer arrancá-la do pescoço e jogar na rua. Mas sorrir eu sei. 
E ser feliz é aprendizado. Pode vir qualquer ano novo. Tô aqui.



vida minha


quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

''Quando você vier haverá o encontro da sua busca com a 

minha espera. 

E o seu abraço será a moldura do meu corpo.

E a minha boca o pretexto para o seu mais demorado beijo.

E a gente vai brincar de se desmaterializar dentro da

 música''